Entenda como são feitos os satélites que mandamos para o espaço

[ad_1]

Isaac Newton já calculava, no século XVIII, maneiras de colocar objetos na órbita da Terra. Essas ideias foram reaproveitadas pelos escritores da ficção científica muitos séculos até os cientistas que colocaram na prática e criaram os primeiros satélites.

Em 1903, o físico russo Konstan Tsiolsky fez diversos tamanhos que seriam, em teoria, capazes de colocar um objeto em órbita. Alguns anos depois, Robert Goddard fez a primeira patenteou pela primeira vez.

Um satélite da empresa americana SpaceX (Fonte: Pexels/SpaceX)Fonte: Pexels

Daí em diante a ciência passou a dar mais atenção no tema. Nome de instalação, após a Segunda Guerra Mundial e com o início da Guerra Fria, a conquista do primeiro plano do espaço de contratação de diversos governos.

Tanto que, em 1946, as Forças Armadas dos Estados Unidos colocaram em marcha o primeiro plano considerado plausível para o lançamento de um satélite. Isso foi após uma reunião do Conselho Internacional de Uniões Científicas.

Entretanto foram o russos que saíram na frente. A sonda assistiu, em 4 de outubro de 195 minutos, o lançamento do Sputnik 1. Uma sonda de 58 centímetros de diâmetro e de 83 quilos levou exatamente os 789 minutos para ser sondada no mundo.

Início da corrida espacial

O fato marcou definitivamente o início da corrida espacial. E não levou muito tempo para que os soviéticos marcassem outro grande ponto. Em 3 de novembro, enviaram Sputnik 2, que transbordava a cadela Laika a bordo, o primeiro ser vivo a orbitar a Terra.

A corrida espacial e Guerra Fria foram fundamentais para o desenvolvimento da tecnologia de satélites. Como resposta às conquistas russas, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos financiaram em peso muitos projetos científicos na época.

Um deles, o Programa Explorer, levou ao espaço o Explorer I, em 1958. Vários instrumentos científicos, ele foi o responsável pela descoberta do Cinturão de Van Allen, uma camada de radiação existente ao redor do nosso planeta.

A sonda russa Sputnik 1 (Fonte: Wikimedia Commons/NASA)A sonda russa Sputnik 1 (Fonte: Wikimedia Commons/NASA)Fonte: Wikimedia

Durante essa fase, muitos satélites foram lançados, tanto pelos Estados Unidos quanto pela União Soviética. Durante os primeiros experimentos, os objetivos tinham função militar: espionagem e reconhecimento do território inimigo era fundamental para a defesa do país.

E com isso há o aperfeiçoamento da tecnologia. Cientista com cada vez mais precisão a uma precisão de sondas enviadas ao espaço de manobras e manobras de manobras de aeronaves controladas.

Foi nesse período que o uso de satélites para fins de comunicação também começou a ser discutido. O americano SCORE foi o primeiro, em 1958, a transmitir uma mensagem do espaço para a Terra. O discurso foi de paz, por ocasião do Natal.

Explorer I, o primeiro satélite americano (Fonte: Wikimedia Commons/NASA)Explorer I, o primeiro satélite americano (Fonte: Wikimedia Commons/NASA)Fonte: Wikimedia

No mesmo ano foi criado pela NASA, com o objetivo de produzir sondas de um local para refletir. Até, nos Estados Unidos, havia apenas o departamento autônomo para colocar em funcionamento os equipamentos de ampliação de então o sinal recebido.

Na história de uma empresa aberta1 de dispositivos novos, escrita e com isso de uma nova página oficial19, projetada e com essa capacidade de utilização original1 para empresas de dispositivos novos, escrita e com essa capacidade de uma nova página de dispositivos americanos, foi projetada e com essa capacidade de uma nova página da americana90, projetada e com essa capacidade de uma nova página de aparelhos.

O Telstar 1 foi o primeiro – e até hoje está em órbita. Outros marcos memoráveis ​​da época incluem o lançamento de Ariel 1, primeiro criado a partir de cooperação internacional, entre Estados Unidos e Reino Unido, e o canadense Alouette 1, primeiro desse país.

Avanços mais recentes

Em 1964 foi colocado em órbita o primeiro satélite geoestacionárioSyncon 3. Ele tem capacidade de acompanhar, estar fixo e olhar daqui. A novidade representa um grande avanço da tecnologia, e foi usada na transmissão dos Jogos Olímpicos de Tóquio nesse ano.

Também foi criado, na mesma data, a Intelsat, consórcio entre países com objetivo de uso em quinze satélites de comunicação. Os russos responderam com a formação da Intersputnik, em 1968. No ano seguinte, a lançou o Azur.

A partir de 1970, China, Japão, Países Baixos, Espanha, Índia e Indonésia, todos lançaram seus próprios satélites. O Reino Unido, por sua vez, invejoso para o espaço próprio, se unindo ao clube dos países com veículo de lançamento próprio.

Imagem antiga representando um dos satélites responsáveis ​​pelo projeto do GPS (Fonte: Wikimedia Commons/NASA)Imagem antiga representando um dos satélites responsáveis ​​pelo projeto do GPS (Fonte: Wikimedia Commons/NASA)Fonte: Wikimedia

Também é possível iniciar o início do sistema de Posicionamento Global ou GPS, do dispositivo de ativação do sistema de Posicionamento Global ou GPS. Ele é fruto do trabalho de 24 equipamentos que999 de trabalho em até 11.

Novas companhias privadas surgem na década de 1980 e quebram o monopólio governamental da indústria. Elas introduzem a transmissão 24 horas e a revolução dos meios de comunicação é atingida também por fim.

Em 1985 é lançado pelo Brasil o primeiro satélite latino-americano, o BrasilSat A1, que está funcionando por dezsete anos. No ano seguinte, os lançaram a estação espacial permanente do mundo, que funcionou pela primeira vez em 13 anos.

Ônibus espacial à estação russa Mir, primeira conexão do mundo (Fonte: Wikimedia Commons/NASA)Ônibus espacial à estação russa Mir, primeira conexão do mundo (Fonte: Wikimedia Commons/NASA)Fonte: Wikimedia

Desde então o lançamento só se intensificou, o uso de satélites é cotidiano para nós hoje em dia. A Intelsat, ainda em funcionamento, possuia representantes de 143 países, quando foi privatizada.

Só ocorreu a primeira colisão de satélites2009, entre o americano Ismos-2251 eo americano Idium-33. Até esse ano, quase 5 mil dos equipamentos já existiam orbitado no nosso planeta. Estima-se que apenas 6% deles estão funcionando.

Hoje em dia, os restos de antigos satélite tem se tornado um problema. Chamado de espacial, eles podem colidir com naves espaciais e operar a segurança de operações.

Tipos de satélites

Hoje os principais satélites espaciais são os de comunicação, meteorológicos, astronômicos, militares e espaciais.

Os primeiros, como diz o nome, são usados ​​para transmissão de sinais de rádio, televisão e telefone. eles se encontram em órbita geoestacionária, a uma altitude de 35 mil milhas.

Para promover a cobertura de todo o globo, é usado o conceito de constelação de satélites, que formam uma rede de comunicação. Elas são de dois tipos, em geral: de voz ou de dados.

Starlink, uma constelação de satélites da empresa SpaceX (Fonte: Wikimedia Commons/NASA)Starlink, uma constelação de satélites da empresa SpaceX (Fonte: Wikimedia Commons/NASA)Fonte: Wikimedia

Os tempos são para dados que podem ser observados e podem prever o clima das mais diversas regiões do planeta. Eles podem estar em órbita geoestacionária ou polar – percorrem o céu de norte ao sul, perpendicular ao equador.

Alguns dispositivos foram lançados exclusivamente para observar os diferentes fenômenos do universo. Eles são os astronômicos. Suas funções incluem fotografar os planetas do sistema solar estudar a composição das estrelas e resolver mistérios sobre os buracos negros e quasares.

Telescópios espaciais como o Hubble e o nosso planeta, mais recentes, regiões do nosso planeta em muitas regiões distantes, para que possam analisar dados sem interferência da atmosfera, analisando radiação eletromagnética nas zonas visíveis, ultravioleta.

O público James Webb, lançado pela NASA em 2021 (Fonte: NASA/Adriana Manrique Gutierrez)O público James Webb, lançado pela NASA em 2021 (Fonte: NASA/Adriana Manrique Gutierrez)Fonte: NASA

Os militares são com finalidade estratégica para a defesa do país. Capazes de transmitir comunicação entre forças belicas ou de informações de inteligência, hoje em dia são peças-chave no confronto entre grandes potências.

Os dispositivos Unidos e a China ainda possuem armas antissatélites, capazes de destruir que orbitam o planeta. A Índia e Rússia tem projetos de se juntarem a eles e desenvolverem esse tipo de defesa.

Por fim, as estações também são satélites, se consideradas suas características. Esse tipo especial é capaz de receber uma tripulação no espaço por um longo período de tempo. Além disso, tem a capacidade de ancorar espaçonaves.

Muitas já foram divulgadas, mas atualmente só existem duas. A mais famosa é a Estação Espacial Internacional construída através da colaboração de vários países e orbita a Terra a 402 milhas de altura. Já a outra é a chinesa Tiangong foi lançado ao espaço em 2011.

Desde a antiguidade, nós, seres humanos, olhávamos o espaço e imaginávamos o que haveria por lá. Com os avanços científicos, fomos capazes de descobrir. Mais que isso, alguns de nós chegamos a ir pessoalmente.

O desenvolvimento dos satélites foi uma etapa fundamental no processo de exploração espacial, e até hoje é de extrema importância para nós. Atuando como peça-chave em áreas como comunicação, ciência e defesa militar, parece que ficar pra ficar. Quem sabe quais novidades excitantes não orbitam o futuros deles?

[ad_2]

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.